Professora cria projeto para ajudar pessoas que pedem dinheiro no semáforo

A professora Cristina Deziró encontrou uma maneira simples e inteligente para ajudar pessoas que pedem dinheiro no semáforo, em Bauru (SP), cidade onde mora.

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A situação dessas pessoas sempre incomodou a professora. Afinal, ela queria ajudar, mas não sabia até que ponto doar dinheiro era a melhor alternativa.

“E eu me sentia num verdadeiro dilema: se dou o dinheiro, pode ser que eu esteja alimentando o tráfico ou algo ilícito; se não dou, parece que não estou ajudando as pessoas. Então me perguntava como poderia ajudar essas pessoas”, revela.

Foi assim que ela teve a ideia de fazer panfletos com informações de entidades e instituições de Bauru que poderiam oferecer auxílio a essas pessoas e tirá-las das ruas.

“Funciona de maneira bem simples. Eu deixo algumas cópias com os endereços e telefones no carro e quando alguma pessoa me aborda no semáforo, eu digo: ‘Não posso te dar dinheiro, mas algum desses lugares pode te ajudar a ter uma vida mais legal, mais digna’. E entrego a folha”, explica.

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A iniciativa ganhou o nome de SOSemáforo e qualquer pessoa pode participar. “O “S.O.Semáforo” é bem simples e requer apenas que os motoristas de Bauru tirem cópias dos panfletos, anexem uma bala ou bombom no canto deles e, com amor no coração, entreguem os mesmos para quem pedir ajuda nos semáforos”.

“Porém, esse projeto pode ser melhorado e aperfeiçoado, como por exemplo, divulgação do projeto entre os motoristas da cidade, encaminhamento das crianças e adolescentes que jogam malabares a escolas de circo ou emprego para Menor Aprendiz, encaminhamento para emprego dos adultos pedintes, criação de novas entidades que ajudem essa parcela da população, suporte para as entidades citadas no panfleto etc.”, finaliza.

Para mais informações, escreva para a professora no e-mail: [email protected] ou no grupo no Facebook: SOSemáforo.

Com informações do SOCIAL BAURU

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