Na Paraíba, profissionais de saúde caminham 2 km para vacinar idoso em zona rural

Os pés até podiam doer, mas estas profissionais de saúde não hesitaram em caminhar 2 km para vacinar um idoso de 68 anos contra a Covid-19 no Agreste da Paraíba.

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O relógio marcava 11h, quando o carro usado pela enfermeira Juliana Fidelis e sua equipe para transportar as doses do imunizante não conseguia mais chegar às casas isoladas em Galante, distrito de Campina Grande.

Foi então que elas pisaram no chão de terra batida e seguiram em direção à casa de seu José Luiz de Lima, no Sítio Várzea do Arroz, para aplicar a vacina no idoso. A passos largos, a caminhada foi feita em apenas 15 minutos.

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Equipe liderada pela enfermeira Juliana. Foto: Juliana Fidelis

A felicidade de seu José só não foi completa, porque a esposa dele tem câncer e, por isso, não pôde ser vacinada. Por outro lado, sua família inteira se emocionou ao vê-lo tomar a primeira dose da vacina contra o coronavírus.

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“Ele ficou surpreso ao nos ver, foi muito emocionante. E tem sido assim sempre, tem nos dado muita esperança, a cada vacina que aplicamos é um estímulo pra acreditar que dias melhores virão”, contou Juliana.

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Missão cumprida! Seu José recebeu a primeira dose da vacina. Foto: Juliana Fidelis

Longas caminhadas são frequentes

Tem sido assim desde o início da campanha de vacinação na região. A Secretaria de Saúde de Campina Grande informou que disponibiliza carros aos profissionais de saúde para dar apoio logístico em áreas remotas, porém, como vimos, há lugares onde não é possível chegar de automóvel.

Mas nada disso tira da enfermeira Juliana, que atua no Programa de Saúde na Horta em Galante desde fevereiro, o desejo necessário para dar continuidade à vacinação de velhinhos como o seu José Luiz.

“É muito gratificante. Quando a gente chega principalmente nos sítios mais distantes, é muita emoção. São muitos domiciliados, acamados, que não têm como chegar à cidade. Quando chegamos com a vacina e o idoso é lúcido, ele fica muito feliz, e a família se emociona também. Não tem como não se emocionar junto”, diz.

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Foto: Juliana Fidelis

“Levar as vacinas pra eles (os idosos) é muito emocionante, e agora queremos que novas doses cheguem pra a gente vacinar as pessoas com 60, 50, 40, 30 anos… Queremos imunizar todo mundo, se Deus quiser”, concluiu Juliana.

Também na Paraíba, um técnico de enfermagem não se intimidou e atravessou um rio para vacinar uma idosa de 78 anos.

Fonte: G1

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