Projeto de brasileiras já doou milhares de chinelos para crianças pobres do mundo inteiro

As irmãs Betty e Brenda são apaixonadas pelas sandálias Havaianas. Ao invés de colecionar tampinhas de garrafas, canecas ou canetas, a dupla coleciona chinelos.

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Tudo começou há quatros anos, enquanto as duas biomédicas participavam de uma ação humanitária em Angola. Na época, elas tinham 19 e 20 anos, e muita vontade de ajudar o próximo.

Elas passaram três meses oferecendo atendimento nos hospitais de Lubango. A coleção dos chinelos começou nas horas vagas, enquanto elas davam aulas de dança para crianças.

A sala onde aconteciam as aulas era o chão arenoso do deserto Kalahari. O local só tinha metade da sua área coberta por telhas. “Na verdade ver crianças descalças por todo lado já era comum, mas não pra uma aula de dança. Não na areia quente. Não com pés feridos e sangrando. Não tão perto de nós”, conta Betty.

Guine Bissau 2

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“Ali tentamos fazer algo, mas seria inviável. Não podíamos calçar uma criança e deixar outras 249 descalças. Não tínhamos como comprar 250 pares, já que uma Havaianas na região custava cerca de 40 dólares (Sim!).”

Na volta ao Brasil, elas compartilharam com amigos as necessidades das crianças e planejaram voltar ao país africano, mas dessa vez com chinelos para todas elas.

Burkina Faso

Foi assim que nasceu a “Campanha Coe Chinelos”, em dezembro de 2012. “Por meio das redes sociais nos mobilizamos para alcançar a meta de 250 pares”. A campanha deu tão certo que os 250 pares se transformaram em quase 20 mil pares, que também foram enviados para países como Índia, Bolívia, Burkina Faso, Guiné Bissau, Haiti e Moçambique, além do Brasil.

“Todos esses lugares foram alcançados e calçados. Obviamente não por nós sozinhas. Pela campanha iniciamos o Projeto Compaixão e desde então temos os ‘compaixonados’ um grupo de pessoas que se dedicam a melhorar a vida do próximo através de seus dons e talentos.”

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Guine Bissau

A próxima meta do Projeto Compaixão é arrecadar 2.500 pares de chinelos, sendo que mil pares serão enviados para Moçambique, mil para Angola, 200 pares para crianças kalungas do interior de Goiás e 300 para a região da cracolândia em São Paulo.

Para saber mais sobre a iniciativa e como doar, clique aqui.

Burkina Faso (2)

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Cracolândia, SP

India

Moçambique

Senegal

Sertao do Piaui

Tribo Guajajara, Brasil

Betty e Brenda
Betty e Brenda

Leia também: Chinelos velhos viram brinquedos na África e já tiraram mais de 400 toneladas de lixo do Oceano

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