Projeto empodera meninas de comunidades com aulas sobre autoestima e liderança

O Brasil lidera o ranking dos piores países para as meninas viverem, ao lado de países como Guatemala, Nova Guiné, Sudão e Burundi, segundo o estudo Every Last Girl, realizado pela ONG Save The Children.

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As meninas são constantemente vítimas de preconceito, assédio e todo tipo de violência, física e psicológica. Historicamente, as mulheres são reduzidas a papeis subalternos na sociedade. Uma sociedade machista que dificulta a ocupação de espaços importantes, em todas as esferas, e que são delas por direito.

Viviane Duarte é uma das muitas mulheres que lutam todos os dias contra essa realidade. A inspiração veio de dentro de casa, da mãe, com quem aprendeu a empreender desde pequena, quando já sonhava ser jornalista.

“Precisávamos fazer com o que tínhamos nas mãos. E fazíamos. Vencemos juntas. Eu poderia ter brincado mais, eu poderia ter feito aulas de inglês, eu poderia ter aulas de como ser princesa, mas precisava trabalhar com a realidade de milhões de meninas do Brasil não é”, conta Viviane.

Os anos passaram e, hoje, ela está realizando seu sonho de ser jornalista. Viviane é fundadora da plataforma PLANO FEMININO. Uma plataforma de conteúdo, educação e assessoria pioneira no Brasil. Um dos projetos da iniciativa é o Plano de Menina, que tem como objetivo dar voz e oportunidades a meninas de comunidades do país. Este ano o projeto está sendo realizado em São Paulo, SP, nas comunidades do Capão Redondo e Grajaú, na Zona Sul da cidade.

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“O projeto conta com mentoras que dão aulas sobre autoestima, liderança, corpo e pertencimento, feminismo, racismo, políticas, entre outras disciplinas que são ministradas por meio de oficinas e aulas dinâmicas por mulheres incríveis: juízas, jornalistas, advogadas, publicitárias, lideres comunitárias, economistas, empreendedoras e com a ex-consulesa da França e ativista negra, Alexandra Loras”, explica.

A jornalista apresentou o projeto no TedxSãoPaulo deste ano, apresentando algumas pesquisas que mostram que o PIB de um país pode crescer a partir do momento em que as meninas forem empoderadas e realizarem seus planos. Ou seja, empoderar uma menina significa ajudar a economia do país. Significa, sobretudo, combater a cultura do machismo, promover a igualdade de gênero e avançar na construção de uma sociedade mais justa para todas e todos.

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Para mais informações sobre o projeto, clique aqui.

Fotos: Reprodução

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