Projeto quer dar visibilidade a artesãs cearenses e repensar o consumo

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Quem trabalha com artesanato enfrenta muitas dificuldades para viver do seu próprio trabalho. A principal, talvez, seja comercializar o seu produto, a partir de um modelo de negócio sustentável.

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Foi esse o diagnóstico do projeto FIA {oficina de artesãs} nas oficinas oferecidas para artesãs de Sobral (CE). Durante meses de trabalho, o grupo formado pela designer e diretora da marca Catarina Mina, Celina Hissa, e outras mulheres trocou conhecimentos, desenvolveu peças e aprimorou suas técnicas.

As atividades foram promovidas pelo IADH (Instituto de Assessoria para o Desenvolvimento Humano), a Prefeitura Municipal de Sobral e contaram com a parceria da marca Catarina Mina, no formato de consultoria de desenvolvimento de produto.

O resultado das oficinas foi uma mini coleção pronta para ser reproduzida. Mas, naquele momento, elas se perguntaram como conseguiriam fazer com que essas peças chegassem ao consumidor.

Surgiu então a ideia de utilizar a plataforma do Catarse para poder viabilizar o crescimento desse grupo de mais de 30 artesãs e potencializar a rentabilidade do seu trabalho.

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“Atingindo a meta da nossa campanha no Catarse, a gente consegue entregar um produto bonito a um preço justo pra o consumidor e apoiador, e principalmente garantiremos às artesãs recursos financeiros que possibilitam a continuidade dos grupos ao longo do próximo ano, permitindo a estruturação de um fundo de caixa, a compra de novos materiais e a formação de um estoque com produtos já testados e avaliados pelo próprio consumidor. Assim entenderemos o que tem potencial de venda, melhorando ainda mais o fazer das artesãs”, explica Lívia Salomoni, publicitária e uma das idealizadoras da campanha.

Saiba como participar aqui.

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Todas as imagens: Divulgação

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