Pequenos negócios criam redes de solidariedade para seguir funcionando durante pandemia

Criar redes de solidariedade pode ser a dica que pequenos comerciantes precisam para manter seus negócios de pé durante a pandemia do coronavírus. Dois empresários provam que esse é o caminho.

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O empresário Diogo Gomes Freitas, dono de um restaurante, conta que precisou demitir 10 funcionários no início da crise. “Foi o pior dia da minha vida”, lembra. Felizmente, a cozinha voltou a funcionar e todos os funcionários foram readmitidos.

Isso foi possível graça à ajuda dos clientes do restaurante. Em um apelo nas redes sociais, Diogo trouxe a ideia das entregas a domicílio – se houvesse pedidos em quantidade suficiente, o estabelecimento voltaria à normalidade.

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Foto: Reprodução/G1

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“A gente falou com os clientes que se eles pedissem 40 entregas diárias a gente conseguiria manter o emprego de todos os meninos com a gente”, lembra. Ele queria inicialmente manter os empregos dos 14 funcionários mais antigos, mas conseguiu mais do que isso.

Atualmente há uma média de 60 pedidos por dia, suficientes para chamar os 10 novatos demitidos, que precisaram se adaptar ao novo formato do restaurante: delivery.

“Eu vendi um relógio que eu tinha, uma bicicleta, eu vi na internet a moto, aí eu ofereci ao rapaz pra poder fazer um rolo na moto e poder rodar entregando delivery”, diz Luan Eduardo de Oliveira, que era garçom.

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Antes do apelo nas redes sociais, Diogo chegou a pensar que iria fechar o restaurante de vez, deixando todos os funcionários à mercê do desemprego.

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Esse medo também passou pela cabeça da empresária Paula Passos. Assim como ele, a empresária conseguiu superar a crise, mas desejou fazer mais do que apenas recuperar as vendas – e os empregos dos colaboradores.

Paula combinou com os clientes que para cada sapato vendido em sua loja, um prato de comida seria doado a quem precisa.

A cozinheira responsável pelas quentinhas agradece: afinal, ela estava praticamente parada em casa, e agora voltou a ter uma fonte de renda.

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“Mais do que a nossa situação como microempresário, que ficou delicada nesses últimos dias, a gente entendeu que existem outros grupos passando por necessidades ainda maiores”, diz Paula.

“Um ajudando o outro porque tá difícil pra todos, pra todos. Não tem diferença. Tá difícil pra todo mundo. Então se um não ajudar o outro…”, diz a cozinheira Maria Elizabethe de Almeida Fonseca.

Para Diogo, não é hora de desistir. “É hora de a gente se reinventar mais uma vez como sociedade”, diz.

Fonte: G1

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