Rejeitada por ser mãe, após publicação, finalmente ela foi contratada!

“Quando eu falava que tinha três filhos, eles já mudavam o tom da entrevista”, afirmou a recém-contratada numa startup de São Paulo, Erika Candido Bezerra, 29 anos. Durante dois anos, desde que perdeu o último emprego de auxiliar de escritório, ela sofreu o preconceito nas seleções de emprego por ser mãe. “Eles já perguntavam o que faria se os meus filhos ficassem doentes”, desabafou.

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Erica é casada e tem filhos pequenos, um de 11, 3 e 1 ano de idade. As contas da casa estavam ficando cada vez mais apertadas! O caminho foi fazer Uber para ajudar o marido. Foi então que, há pouco mais de um mês, numa corrida, conheceu o digital influencer e empresário, André Santos.

“Eu já saía das entrevistas sabendo que não daria certo. Conversei com o meu marido e ele concordou com a ideia de trabalhar como motorista. Eu trabalhava o dia todo, com o dinheiro das corridas do dia, ia direto para o mercado comprar as coisas para a casa”, contou.

Relatando com as dificuldades de ser recolocada no mercado de trabalho, André se sensibilizou com a sua história (que, infelizmente, é igual a de milhares mães) e publicou em seu perfil no Linkedin. Em poucas horas, Erica começou a receber propostas de emprego e mensagens de mães que se identificaram com a sua situação.

post LinkedIn
Print da publicação do André Santos no Linkedin

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“Eu não achei que ele estava dando tanta importância para o que eu estava contando”, disse.

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Foi então que, finalmente, no último dia 9 de agosto, Erica foi contratada! Ela começou na empresa Volanty, startup brasileira de compra e venda de carros usados. Já no processo seletivo, com o gerente Edney Ulisses Marques, 36 anos, ela nos contou que se sentiu em casa!

mulher homem escritório
Erica, recém-contratada como assistente de vendas e o gerente Edney

“Quando conheci a empresa, eu adorei. Ele foi muito receptivo comigo e quando eu disse que tinha dificuldades para voltar ao mercado de trabalho por eu ter filhos, ele contou que isso não era problema e que em sua equipe tinha mães. Foi diferente”, contou.

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“As mães são as minhas funcionárias mais dedicadas”

Para Edney, o fato da mulher ser mãe não era um “problema’, muito pelo contrário, é uma característica muito interessante para a empresa, segundo ele.

“Tenho mães de 5 filhos no time. As mães são mais habilidosas e comprometidas. Os gestores que vêem isso como um problema são pessoas com um estilo de gestão mais antigo, aquela gestão de manter o colaborador com medo, ao invés de mantê-lo feliz no trabalho”, disse.

Ele afirmou ainda que quando viu a história da Erica, se simpatizou com o caso dela.

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“Fizemos a entrevista, e deu supercerto, porque ela tem uma grande experiência nesta área. Encarei isso como uma seleção de emprego normal. Aqui não discriminamos ninguém. Contratamos muitas mães e LGBTQs”, relatou. “Aqui não rotulamos ninguém.”

razões para acreditar

Desejamos um ótimo recomeço, Erica! Parabéns!

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