Rodrigo Hilbert rejeita rótulo de “homão da porra” e diz que não faz mais que sua obrigação

Com certeza vocês devem ter visto nas últimas semanas um post sobre o Rodrigo Hilbert o chamando de “homão da porra”, por conta de suas diversas habilidades em casa – e ainda fazer crochê.

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Pois ele pediu para devolver esse título, porque para ele todas essas habilidades não são nada mais que “sua obrigação” e existem muito mais “mulherões da porra” neste mundão.

Hilbert, que apresenta o programa de culinária Tempero em Família, da GNT, esteve no programa Saia Justa, do mesmo canal, para comentar a enorme repercussão do título que lhe foi atribuído por páginas no Facebook como a “Qui homão da Porra” e a clássica “Galãs Feios”.

No post, foi falado que, além de ser um excelente cozinheiro, marceneiro/carpinteiro/lenhador, “dono de casa” competente, fã número 1 de sua esposa Fernanda Lima, amigo das crianças e pai admirável (além de fazer crochê!), Rodrigo Hilbert deixou muitos homens preocupados por sempre elevar o padrão de “homão da porra”.

Rodrigo Hilbert

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Mas durante o programa Saia Justa desta semana, ele diz que rejeito este rótulo, e diz que é o mínimo que todo homem pode fazer. “Receber elogios pelo fato de cuidar do teu filho, cuidar da sua casa, pelo fato de dividir as tarefas com a sua esposa… Eu não aceito esse rótulo de ‘homão da porra’ pelo simples fato de fazer isso”, afirmou Hilbert. “O ‘homão da porra’ a gente pode chamar de ‘homem moderno’, tá?”, disse em um trecho do programa.

Hilbert disse que sempre aprendeu em sua casa, comandada por fortes mulheres, que tinha suas obrigações, como limpar, passar, cozinhar etc. E, apesar de ter passado toda a infância em uma cidade pequena de Santa Catarina e pertencer a uma geração ainda machista, Rodrigo teve o “privilégio” de ser criado em uma família na qual os homens tinham tarefas domésticas e cuidavam da família. “Minha criação foi assim, então eu acho engraçado esse ‘homão da porra’ porque pra mim é tão simples [fazer essas tarefas], todo mundo pode seguir caminho. Tem muita gente fazendo isso”, disse. Assista o trecho do programa em que ele comenta sobre o título:

Em um dos trechos, Rodrigo Hilbert disse: “Temos muito mais ‘mulherões da porra’ do que ‘homens da porra’. Minha mãe, por exemplo, minhas tias, por exemplo, bordavam, cozinhavam, limpavam a casa, cuidavam dos filhos, trabalhavam fora, traziam dinheiro pra casa e nunca foram chamadas de ‘mulherão da porra’. Elas, sim, são ‘mulherões da porra’.”

Com informações de HuffPost Brasil.

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