Após um ano internado, menino de 6 anos recebe ajuda de palhaços para “fugir” do hospital


Após um ano internado, menino de 6 anos recebe ajuda de palhaços para "fugir" do hospital 1
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Depois de um ano internado em um hospital em Belo Horizonte, por problemas no intestino, nos rins e na espera de um transplante, Matheus Theodoro Oliveira, de 6 anos, finalmente recebeu alta.

Ele deixa o hospital exatamente um ano após ser internado. Para tornar esse momento mais emocionante, os palhaços que ele conheceu no hospital prepararam uma “fuga” para o pequeno.

“É uma alta hospitalar bem estabelecida, e nós estamos entrando na fantasia dele. Depois de um ano de internação é um menino brilhante que participa de todas as brincadeiras, inclusive as visuais”, conta o médico pediatra, Marcos Vasconcelos.

Todos no hospital já sabiam que ele teria alta, menos o próprio Matheus, assim a brincadeira-surpresa-fuga seria mais especial e divertida.

“A alta dele é surpresa porque a gente vai simular um plano de fuga com ele então ele está achando que vai fugir do hospital e é tudo uma grande brincadeira”, conta a tia Isabela Cristina em entrevista ao G1.

Após tomar banho e vestir sua fantasia de super-herói, com a ajuda dos palhaços da ONG Hahaha, eles se esconderam numa caixa, como um brinquedo, e tudo foi feito como Matheus planejou com os palhaços.

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“Já estou planejando até uma fuga de tanto tempo que estou aqui”, avisa Matheus. Ele também disse que a primeira coisa que vai fazer quando sair de casa será comer acerola.

A caixa foi levada até a ambulância, onde ele pediu que não contassem para ninguém que ele estava fugindo. Todos os procedimentos médicos, como medicamentos e maca foram cumpridos, além de muito carinho.

Quando ele chegou em casa, uma festa o esperava. “Deu tudo certo”, comemorou Matheus.

Matheus vive em hospitais desde que nasceu. Além das complicações citadas antes, ele está perdendo a visão por causa da catarata.

“Ele tem uma deficiência visual por causa do descolamento de retina que ele teve. De um olho ele não enxerga bem e de outro ele só enxerga a claridade e a escuridão”, diz a mãe de Matheus, Gecilene Oliveira Matos.

Ele ainda precisa do transplante fora do País e encara essa luta com muito humor e amor.

Clique aqui e assista à matéria completa.

Fonte: G1

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