Senegalês consegue vaga de trabalho graças à ajuda de um brasileiro que mobilizou o Facebook

Quatro meses atrás, o senegalês Moussa, de 21 anos, deixou o Senegal, a mãe, o pai e os 11 irmãos em busca de trabalho.

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Moussa tomou um avião para o Equador, com escala na Espanha. Atravessou em seguida o Peru de ônibus, cruzando a fronteira com o Brasil a pé.

Desembarcou em Florianópolis e passou um tempo em Caxias do Sul até chegar à Porto Alegre, onde conheceu Ivandro Silveira, de 29 anos, na praça de alimentação de um shopping enquanto Moussa distribuía currículos na esperança de conseguir uma vaga de emprego como auxiliar de produção ou de serviços gerais.

Ivandro almoçava com a filha quando avistou Moussa na sua saga em busca de trabalho. Foi quando ele pegou a menina pela mão e disse:

“Vamos lá ajudá-lo”.

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Operador de processos petroquímicos, Ivandro acompanhou o senegalês na distribuição dos currículos, aproveitou para ficar com um deles e pegou o contato de Moussa. Conversando com Moussa pelo WhatsApp (com a ajuda de um aplicativo para poder traduzir as mensagens para o senegalês, que fala francês), Ivandro descobriu que o jovem viajou durante 13 dias até chegar ao Brasil e gastou R$ 20 mil no percurso. Soube também que Moussa divide uma casa com outras seis pessoas.

Depois disso, passaram-se três semanas. Ivandro ligou para vários amigos empresários em busca de uma vaga de trabalho, mas nada. Sem sucesso, Ivandro resolveu compartilhar a história de Moussa usando o seu perfil no Facebook. Em pouco tempo, a postagem foi compartilhada por mais de três mil pessoas. Resultado: Ivandro recebeu ligações e mensagens de pessoas oferecendo vagas de emprego.

A postagem de Ivandro chegou ao Facebook da cabeleireira Cristiana Machado, que leu em voz alta para a gerente de posto Angelita Naimeyer, que contou a história para o seu chefe, Jackson Carboni, que disse a ela: “pede para ele trazer o currículo aqui”. Angelita comunicou Cristiana, que logo entrou em contato com Ivandro para levar a mensagem até Moussa. O senegalês agora está em processo de treinamento no Posto Lagos de Ipanema. Assim que completar um mês de trabalho, com carteira assinada e todos os seus direitos garantidos, Moussa estará ganhando R$ 1,2 mil, mais vale-transporte e uma cesta básica.

Fonte: ZH

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