Serviço de assinatura de fraldas biodegradáveis oferece descarte sustentável

Em seus primeiros 60 dias de vida, um bebê utiliza, em média, 8 fraldas por dia (240 por mês!), número que vai se reduzindo com o passar do tempo.

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Trocar e descartar fraldas a todo momento é um desafio para os pais e, no final das contas, para o meio ambiente, pois a imensa maioria delas não é biodegradável.

Pensando nisso, a startup norte-americana Dyper, que aproveita a tendência dos serviços por assinatura, lançou um pacote mensal de fraldas recicláveis para pais cansados do desperdício.

dyper serviço assinatura fraldas reciclagem biodegradável
Foto: Divulgação/Dyper

Semanalmente, a empresa faz a entrega dos produtos e ‘recebe’ as fraldas usadas para realizar o descarte sustentável.

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O serviço, por enquanto, está disponível apenas nos EUA. Há a cobrança de uma mensalidade de US$ 68 (R$ 306) que prevê a entrega de 100 a 260 unidades – depende das necessidades do cliente e do estágio de vida do bebê.

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Foto: Divulgação/Dyper

Todas as fraldas são compostas de fibras viscosas de bambu, integralmente biodegradáveis na natureza ou em centros de compostagem.

Se o cliente desejar, a Dyper se responsabiliza pela recolhimento dos produtos utilizados cobrando mais US$ 39 (R$ 175) para aplicar o ‘ReDyper’, que garante um destino verde para elas com a ajuda da empresa de reciclagem TerraCycle.

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Foto: Divulgação/Dyper

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Em artigo escrito para o portal The Verge, Sergi Radovcic, CEO da Dyper, afirma que o principal objetivo da empresa é “garantir que menos fraldas sejam descartadas em aterros, onde seu reaproveitamento é nulo”.

Ele descreve que além de vender o produto com selo 100% biodegradável, o plano da empresa é expandir-se globalmente e permitir que mais clientes se livrem de fraldas que prejudicam o meio ambiente.

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Foto: Divulgação/Dyper

Relembre a história de um bebê que abraçou um pacote de fraldas após achar que o garotinho da foto era ele.

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[Nota de Redação]

O seu Zezinho tem 68 anos e nunca foi à escola. Ele queria muito aprender o alfabeto e finalmente poder escrever o próprio nome. Gentil toda vida, uma professorinha de 9 anos começou a ensinar o vendedor de picolé a ler e escrever.

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Fonte: B9

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