Jovem aceita convite de amigo e tem a vida transformada


Jovem aceita convite de amigo e tem a vida transformada 1
PUBLICIDADE ANUNCIE

Meu nome é Max Azevedo Campos, tenho 23 anos e no ano passado depois da insistência de um convite – finalmente aceito – feito por um amigo, minha vida mudou.

Não é difícil ouvirmos histórias de pessoas que acabaram, por influência de amizades, se envolvendo com drogas, crimes ou pequenas confusões. Mas, não. A minha não é mais uma dessas.

Perdi meu pai quando eu tinha apenas 1 ano e 3 meses de vida. Autônomo, não teve a oportunidade de deixar nenhuma segurança financeira para a minha mãe, meu irmão caçula, naquela época com 3 meses e eu. Com dificuldades financeiras fomos morar com a minha vó em uma área de invasão no bairro Baronesa, em Osasco (SP).

Tínhamos uma vida simples. Sempre estudei em escola pública e sabia que precisava me preparar para o futuro. Cursar uma faculdade, trilhar uma carreira. Aos 12 anos comecei a trabalhar com distribuição de panfletos para ajudar no orçamento de casa.Com 15 anos trabalhava em um mercado do bairro.

Minha mãe havia estudado apenas até o ensino básico e as ofertas de trabalhos para ela não eram animadoras. Incentivei para que ela entrasse em um curso de Educação de Jovens e Adultos e ela conseguiu terminar os estudos e mais para frente se recolocar no mercado em condições mais favoráveis. Conseguimos uma pequena independência e saímos da casa da minha avó.

Minha mãe casou novamente. Meu irmão voltou para a casa da minha vó e eu me vi morando sozinho, precisando arcar com as despesas e tarefas diárias. Foi difícil, minha renda variável, fazia bicos em eventos, não trabalhava com nada que me desce a certeza de que no final do mês teria o dinheiro necessário para fechar as contas.

Foi em um desses eventos que um amigo me fez o convite. De primeira fui resistente. Mas ele me encontrou de novo e convidou de novo. Não sei se pela minha própria vontade ou pela insistência dele, aceitei.

PUBLICIDADE ANUNCIE

Conheci o Instituto Ser + e a oportunidade era para ingressar no Projeto Accenture do Futuro. Em princípio parecia impossível abrir mão dos eventos para cumprir horário no curso e, quem sabe, no futuro concorrer a vaga de emprego em uma multinacional. Foi o meu primeiro desafio e considerando as oportunidades, topei. Fui o último a entrar nas aulas, na vaga de um desistente.

Um pouco mais de três meses de curso. Pagava as coisas com o dinheiro que guardei com os trabalhos que fazia anteriormente. O Instituto dava o dinheiro da passagem, mas mesmo assim não era fácil continuar porque meu dinheiro guardado estava acabando. Pensei em desistir muitas vezes. Conversei com os educadores muitas dessas vezes. Eles me orientaram e ajudaram muito. Nem sabem o quanto.

Já fazia um mês que o curso tinha acabado e a expectativa de ser chamado para um emprego já estava quase dando lugar ao desânimo. Enfim me ligaram. Fui o primeiro chamado para a vaga. Bem na linha “os últimos serão os primeiros’. Há seis meses tenho emprego fixo, carteira assinada e perspectiva de futuro profissional.

Aceitei o convite para ir até lá fazer a inscrição para o curso. Meu dinheiro deu certinho para o tempo que fiquei desempregado me dedicando nos estudos. Conquistei uma vaga de emprego em uma das principais empresas do mundo. Estou no segundo semestre da graduação de Marketing e tenho certeza que muitas conquistas ainda estão por vir.

Obrigado pelo convite, Linik Pires.

Max Azevedo é filho da Luciana e do Acássio, irmão do Erick, ex-aluno do Instituto Ser +, Universitário e trabalha na Accenture.

PUBLICIDADE ANUNCIE


PUBLICIDADE ANUNCIE

Comentários no Facebook

Acessar

Resetar senha

Voltar para
Acessar