Tecnologia está ajudando no tratamento de crianças autistas

Atração de crianças autistas por equipamentos tecnológicos tem sido aproveitada para o desenvolvimento de técnicas de ensino mais eficazes.

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Nos últimos anos, esse fascínio tem sido aproveitado pelos pesquisadores para o desenvolvimento de técnicas de ensino mais eficazes, por exemplo, com o uso de vídeos, PDAs (espécie de mini-computador) e realidade virtual. O espectro autista envolve, além do autismo, a Síndrome de Asperger, Síndrome de Rett e outros distúrbios caracterizados pelo desenvolvimento deficiente, que afeta habilidades de fala e interação social e, em alguns casos, perda das habilidades motoras.

Automatizar determinadas intervenções utilizando a tecnologia pode aumentar sua precisão e consistência, o que pode tornar o tratamento mais eficaz, além de reduzir tempo e custos. Além disso, a tecnologia nos permite ensinar certos tipos de habilidades com segurança quando o treinamento ao vivo seria difícil ou perigoso. Por exemplo, quando ensinamos uma pessoa a atravessar a rua em um ambiente virtual em vez de no mundo real com automóveis reais. É preciso que a tecnologia dos dispositivos eletrônicos permita utilizar também o que há de melhor na tecnologia que é a aplicação prática do conhecimento. Além desse questionamento, é preciso fazer mais duas questões: se as necessidades clínicas coincidem com as vantagens que a tecnologia pode oferecer e se temos o conhecimento necessário, tanto da tecnologia em si como da tecnologia do tratamento comportamental. Se a resposta a todas essas perguntas é sim, definitivamente devemos usar a tecnologia.

Os princípios básicos do comportamento devem ser incorporados na concepção e implementação de intervenções baseadas na tecnologia, para que elas sejam mais eficazes e não representem somente a substituição do esforço humano.

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Um exemplo é o projeto tecnológico de Sean Ahlquist, que cria estruturas terapêuticas que expandem habilidades de pessoas como a Ara, de 7 anos.

O professor da Universidade de Michigan, no Estados Unidos, criou o Social Sensory Architectures, ambiente terapêutico de pesquisa ainda em andamento, para promover uma experiência háptica interessante e diversa. Através do protótipo sensoryPLAYSCAPE, um pavilhão onde estruturas criam uma espécie de tenda, as crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) têm contato com sons que são disparados, projeções 2D e podem tocar nas telas.

Assim se abre uma conexão visual, tátil e auditiva que as auxilia a aplicar a força apropriada a determinados movimentos, um dos desafios de pessoas com esta condição. Ahlquist estuda materiais táteis leves desde 2012, quando chegou em Michigan. Até hoje dá continuidade ao assunto porque notou a forma como pessoas interagem com estes suportes juntos a uma estrutura. Assim há um fascínio de desenvolver algo que una movimento, sentidos e funções sociais.

Novas tecnologias são constantemente desenvolvidas, de modo que precisamos constantemente avaliar novos produtos e estratégias. O importante é verificar quais características da tecnologia são necessárias para produzir bons efeitos.

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