UFMG registra patente do teste rápido para a Covid-19 que custa apenas R$ 5

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Um grupo de pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) desenvolveu um teste rápido para a Covid-19, que custa apenas R$ 5. Isso representa uma economia de aproximadamente 95% para os pacientes e para as instituições de saúde pública.

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Após alguns testes, eles agora apresentaram a documentação para patentear o experimento.

Os testes identificam a presença de anticorpos, mostrando que a pessoa teve contato com o vírus”, disse Rodolfo Giunchetti, professor que está à frente do projeto.

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Rodolfo Giunchetti coordena pesquisa para desenvolvimento de teste da Covid-19 — Foto: Júlia Duarte/UFMG/Divulgação

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Do ponto de vista mais prático, esses testes ajudarão muito o SUS, na monitoração de alguns espaços, como escola.

Após notificar à imprensa, A UFMG já recebeu proposta de dois laboratórios, que estão interessados em produzir os testes. A expectativa é que, com a análise das patentes, os kits comecem a ser feitos em breve para que cheguem até o poder público.

Testes rápidos de Covid-19 são desenvolvidos na UFMG — Foto: Rodolfo Giunchetti/Arquivo pessoal
Testes rápidos de Covid-19 são desenvolvidos na UFMG — Foto: Rodolfo Giunchetti/Arquivo pessoal

Projeto teve financiamento de pessoas físicas e jurídicas

Para iniciar o desenvolvimento do teste, a UFMG recebeu doações em dinheiro de pessoas físicas e jurídicas. Os pesquisadores realizaram uma campanha online, que arrecadou R$ 750 mil para o estudo.

E a universidade mineira ainda conta com a parceria da Universidade Federal de São João del Rei (UFSJ), Universidade Federal de Lavras (UFLA), a Unifenas e Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA).

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Um dos gargalos da produção de testes é o custo. Os insumos são todos importados, o dólar está alto, o que encarece o preço. Mas com esta tecnologia, esta situação seria amenizada“, diz o professor.

De acordo com a UFMG, agora é aguardar a aprovação das patentes. A documentação será analisada pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) e não tem um prazo certo para o retorno.

Ficamos aqui na torcida para que o este seja aprovado!

FONTE: UFMG

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