Diego Frazão, o jovem que foi salvo do tráfico através da música clássica


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“Hoje sou um artista”, dizia ele.

Diego Frazão cresceu em Parada de Lucas, uma comunidade carente do Rio de Janeiro. Superou problemas de saúde e a violência que o cercava e relatava todas as experiências em seu perfil na internet, como as vitórias que realmente são. Através do Grupo Cultural AfroReggae foi resgatado do tráfico e ensinado o violino, um instrumento clássico, a princípio distante da sua realidade.

Nessa foto logo abaixo, Diego toca no enterro de Evandro João da Silva, seu antigo mentor e coordenador de projetos na ONG, assassinado em uma tentativa de assalto em que acabaram sendo implicados 2 policiais militares.

Porque não devemos esquecê-lo?

Diego representa o problema social de educação, emprego, saúde, habitação. Os problemas econômicos da divisão de classe e distribuição de renda. O problema da corrupção que não só enriquece o rico mas infelizmente empobrece ainda mais o pobre pela ausência de políticas públicas que atendam aos interesses de todos, pela má gestão de recursos, pela negligência. O problema cultural, de acesso a informação e as artes como forma de educação, entretenimento e formação.

Não devemos esquecê-lo pois infelizmente Diego Frazão faleceu em 2010 por conta de uma leucemia.

Não devemos esquecê-lo, pois existem Diegos em todo país, que a todo momento vive esse problemático ciclo a sua maneira, mas que através da colaboração, solidariedade e senso coletivo tem um final menos triste. Não devemos esquecê-lo, pois temos razões para acreditar enquanto tivemos no que e em quem acreditar.

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Por Julio Fontes
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