Travesti que foi vítima de transfobia recebe apoio de internautas e vaquinha arrecada R$79 mil

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A travesti Cibelly, 29 anos, foi brutalmente agredida por sete homens no carnaval deste ano em Belo Horizonte (MG).

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A violência dos transfóbicos foi tamanha que Cibelly ficou sem uma parte do crânio, sem voz e acamada. Revoltante para quem tem o mínimo de humanidade, né?

E não é pouca gente, não! Cibelly recebeu uma onda de amor! Em menos de 48h, batemos a meta da vaquinha lançada na VOAA para custear o tratamento da Cibelly. Continue doando, clique aqui.

travesti deitada cama paraplégica vítima transfobia
Foto: Arquivo pessoal

Entre a vida e a morte

Insultaram Cibelly dizendo palavras como “traveco”, e falavam “vira homem”. Cibelly tentou se defender das agressões e lutou pela vida sozinha.

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Sem ajuda para se defender, Cibelly ficou entre a vida e a morte.

Na terça (16), ela voltou para sua casa, em Belém (PA), onde ficará sob os cuidados da família.

Vaquinha para custear o tratamento da Cibelly. Clique aqui e doe.

Família é simples e passa dificuldades para custear tratamento

Cibelly está sendo cuidada pelo pai, Douglas de Souza, e por uma prima, Adriely de Sousa. Ela precisa de cuidados diários importantes.

Fraldas, medicamentos, alimentação especial, fisioterapeuta, fonoaudiólogo e todo o acompanhamento médico que Cibelly precisa fazer tem um custo muito elevado.

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 travesti sentada cadeira paraplégica após espancamento
Foto: Arquivo pessoal

Ela era profissional do sexo, não tinha renda fixa, muito menos garantias constitucionais para, numa situação como essa, poder se manter.

Transfóbicos continuam impunes

A punição não vai trazer de volta a vida que Cibelly tinha, mas dói saber que os agressores continuam impunes. As autoridades não deram continuidade às investigações.

O ativista e escritor Robherio Limma, fundador do Movimento Lute como Ele, criou um abaixo-assinado para que se faça justiça por Cibelly. Assine clicando aqui.

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Vaquinha para custear o tratamento da Cibelly. Clique aqui e doe.

Prestação de contas

Foi pelo próprio Robherio que a história da Cibelly chegou até nós. Ele está acompanhando tudo de perto e liderando a ação.

Anos atrás, Robherio conta que sofreu o mesmo crime!

“Vinte e quatro anos atrás, fui eu que estava sendo amarrado, amordaçado e sendo violentado e a principal razão era a homofobia. Esse ano foi a Cibelly, mas amanhã pode ser outros milhares de pessoas LGBTTQIA”.

Todos os desfechos e dia a dia da Cibelly podem ser acompanhados em seu Instagram @movimentolutecomoele ou Facebook.

Vamos ajudar Cibelly a seguir sua vida com menos dor que ela já passou e continua passando? Clique aqui e contribua.

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