“Estou vivendo uma vida normal novamente e isso não tem preço para mim”

“Iniciei minha faculdade em 2017, ainda com 17 anos, e foi tudo normal durante o 1º ano. Consegui um estágio na área em Curitiba e tudo parecia bem. Porém, no início do 2º ano, comecei a me sentir mal, com tosses que não paravam e fraqueza até para andar.”

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Fui no hospital Erasto Geatner, onde fui tratado durante o começo da minha vida, pois descobri um câncer que atacou um de meus rim e me obrigou a retirá-lo. Mas, como isso já fazia anos, não acreditava ser nada relacionado ao mesmo.

E eu não podia estar mais enganado…

Quando me disseram, após o exame, que meu único rim havia perdido a função, foi a primeira vez que estive a beira da realidade da hemodiálise. Me desesperei, chorei e achei que minha vida havia acabado.

Depois de alguns dias, fui internado na UTI, onde fiz meu primeiro cateter e minha primeira hemodiálise. Estava muito triste, mas, como nunca gostei de desistir, sabia que não seria essa dificuldade que me impediria de seguir em frente.

Após um transplante de rim, Lucas mudou sua vida
Lucas no dia do seu TCC. O estudante se dividia entre estágio, hospital e faculdade na época – Foto: arquivo pessoal

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Eu fazia estágio durante a manhã, sessões de hemodiálise a tarde – me recuperava alguns minutos das câimbras – e ia direto para faculdade. Nesse meio tempo, desenvolvi meu TCC em conjunto com a Denise e o Fabiano, que me apoiaram durante essa época.

Com isso consegui meu diploma, sai do meu estágio e fiquei um ano afastado, pois os horários da hemodiálise em Curitiba são um pouco complicados, e acabam batendo com o horário comercial.

Para evitar o conformismo e fugir um pouco de ficar me vendo como uma pessoa doente, resolvi embarcar numa pós-graduação de Big Data e Data Science, a qual ainda estou no processo de finalizar.

Logo depois, fiz o transplante de rim no meio de 2020, em plena pandemia, e com todos os medos que aquilo poderia me trazer. Me recomendaram no mínimo 4 meses antes de voltar ao trabalho, retornei em 3 pois nunca gostei de ficar parado.

Após um transplante de rim, Lucas mudou sua vida
Lucas depois de sua recuperação – Foto: arquivo pessoal

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Entrei na Viasoft Korp, empresa de manufatura que estou hoje e presto suporte a centenas de usuários, tentando sempre seguir adquirindo conhecimento, e principalmente fazendo isso com alegria.

Alguns clientes até acham estranho a forma como sempre digo um “bom dia” animado, ou um “boa tarde” feliz em plena segunda-feira, mas hoje estou vivendo uma vida normal novamente, e para mim, isso não tem preço.”

“Somos fortes o suficiente para vencer sempre e temos um futuro nos esperando por aí”

Relato de Lucas Conforto, 22 , nascido e criado em Curitiba e formado em análise e desenvolvimento.

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