Vizinhos aprendem língua de sinais para se comunicar com garotinho surdo

Wuustwezel, na Bélgica, é uma cidade bem pequena (apenas 18 mil habitantes), mas os moradores de lá, a tornaram gigantes!

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É que, para conseguir interagir mais com o pequeno Wout, de 6 anos, as pessoas da rua onde ele mora resolveram aprender a língua de sinais!

vizinhos aprendem linguagem de sinais para ajudar garoto
Foto: reprodução

Cidade não tinha estrutura para o garoto

Após o nascimento de Wout, os pais dele, Tessa e Bert, começaram a aprender a língua de sinais, para que pudessem ajudar o filho.

Só que de cara, eles encontraram um grande obstáculo: em Wuustwezel não tinha nenhuma escola ou professor que oferecesse essas aulas. A escola mais próxima ficava em outra cidade, cerca de 400 km de distância.

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familia de Wout
Foto: reprodução

Tessa e Bert também perceberam que o restante da cidade não tinha estrutura suficiente para que Wout levasse uma vida o mais normal possível. Os hospitais e escolas, por exemplo, não tinham acessibilidade para crianças surdas.

Gentileza

Tudo começou a mudar para essa família, quando os vizinhos começaram a procurar Tessa e Bert para aprender a língua de sinais. Eles contaram que queriam se comunicar melhor com Wout, além de ajudá-lo se fosse necessário.

Então, Tessa entrou em contato com a associação Doof Vlaanderen (Surdos de Flandres), onde aprendeu a língua de sinais. Ela perguntou se tivesse um número mínimo de alunos, se a associação faria um curso na cidade.

A resposta da instituição foi sim e ela informou nomes de 39 vizinhos, que já tinham procurado a família, interessados em se comunicar mais e melhor com Wout.

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vizinhos aprendem linguagem de sinais para ajudar garoto

A prefeitura da cidade também cedeu um espaço para as aulas e ainda divulgou a iniciativa nas redes sociais, o que lotou a primeira turma e abriu lista de espera para uma segunda.

O curso de língua de sinais tem 2 anos de duração. As aulas começaram em outubro e iriam até abril do próximo ano. Só que devido a pandemia, foi preciso dar uma pausa e devem retomar apenas em janeiro.

Os professores mostrarão alguns sinais básicos de comunicação para que os vizinhos possam conversar com Wout sobre assuntos simples e importantes, como dar bom dia, perguntar como ele está e se precisa de algo.

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Os moradores também aprenderão um vocabulário básico e algumas regras gramaticais que são ensinadas a partir de tópicos específicos. Do mesmo jeito que o aplicativo Surdo para Surdo faz, ensinando uma comunicação básica em Libras, aqui no Brasil.

O objetivo é ensinar a interagir de forma simples”, afirma a coordenadora da associação.

Resultado

Mesmo com pouco tempo, os vizinhos já são capazes de interagir com Wout.

E ele está muito animado com isso! Outro dia, ele ficou surpreso quando um dos seus vizinhos lhe falou sobre o dever de casa.

E se Wout não tinha problemas para se comunicar em casa, agora ele também não terá dificuldades em falar com seus vizinhos de Wuustwezel!

Outra vizinhança que fez o mesmo, mas dessa vez por uma garotinha, foi em Massachusetts (EUA). Os vizinhos também aprenderam a língua de sinais para se comunicar com a pequena Samantha! Veja essa matéria aqui no Razões!

Comunidades unidas e generosas que enchem a gente de orgulho!

Fonte: Marie Claire

[Nota da Redação]

O Samuel usou as redes sociais para salvar a lanchonete do pai da falência. Ele ainda reinventou o cardápio da Açaí do Careca e cadastrou a lanchonete numa plataforma de delivery.

E para celebrar esse amor entre pai e filho, a Pif Paf Alimentos em parceria com o Razões Para Acreditar preparou uma Ceia de Natal surpresa, para o Samuel e o Marlúcio.

Preparem os lencinhos! ❤️

 

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