Vontade de ser mãe fala mais alto e mulher rompe noivado

Clair McGlynn tentou engravidar durante três anos, sem sucesso. Motivo: o noivo não produzia espermatozoides.

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“O médico explicou que, se a contagem de espermas fosse baixa, haveriam alternativas para nos ajudar a conceber, mas sem nenhum esperma, não poderíamos ter filhos”, lembra Clair. “Nós ficamos atordoados.”

Na época com 26 anos, Clair disse ao noivo que a notícia não mudaria o que ela sentia por ele. Mas, cinco anos depois e após gastar 20 mil libras em testes e tratamentos para fertilidade, a vontade de ser mãe falou mais alto.

Ela até insistiu para que o noivo aceitasse recorrer a um doador de espermas, mas ele recusou a ideia.

“Eu tinha o sonho de que fôssemos uma família. Nós dois queríamos ter um monte de filhos e eu não queria ter filhos com mais ninguém”, disse Clair ao Daily Mail.

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Logo depois que rompeu o noivado, os médicos disseram que ela apresentava sinais de menopausa precoce e estava com baixo número de óvulos:

“Minha única opção era usar óvulos doados anonimamente, juntamente com um doador de esperma. Não era o ideal, mas eu sabia que tinha que ser mãe, independente do que fosse preciso”.

Em dezembro de 2014, ela implantou dois embriões no útero e o resultado do teste de gravidez deu positivo. “Naquele momento, eu nem parei pra pensar que teria sido bom poder dividir minha alegria com um parceiro. Eu nunca imaginei ter um bebê com outra pessoa que não fosse o meu noivo. Eu só o deixei para ser mãe, não porque eu não o amava. Fiquei feliz em fazer tudo sozinha”.

via [Catraca Livre]

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